No primeiro semestre de 2026, o Brasil consumiu 1,164 milhão de toneladas de embalagens plásticas flexíveis, 2,6% a mais que um ano antes. A produção nacional andou para o outro lado: 1,140 milhão de toneladas, queda de 0,7%. Os números são da pesquisa da MaxiQuim para a ABIEF, a associação da indústria de embalagens plásticas flexíveis. Se o consumo subiu e a produção caiu, alguém entregou a diferença. Foi o importado. Entraram 69 mil toneladas de filmes e embalagens flexíve
Estudo da Scanntech estima que os GLP-1 podem reduzir 0,49% do volume de alimentos vendidos em supermercado, com o impacto concentrado em snack, chocolate e biscoito. O que isso muda no projeto da embalagem.
Em 27 de agosto, o Gecex — o comitê executivo da Camex — renovou por mais doze meses a alíquota de 20% do imposto de importação sobre seis tipos de resinas de polietileno e polipropileno. O pleito havia sido apresentado pela Abiquim e endossado pela Braskem, que argumentou existir sobreoferta global, expansão de capacidade na China e redirecionamento de exportações para mercados mais abertos, como o Brasil. Do outro lado do balcão, a Abiplast se manifestou contra: para a asso